sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Autonomia e Autogestão


Autonomia é a capacidade de agir de forma racional na sociedade em que vivemos. Uma pessoa que possui autonomia é capaz de trabalhar em conjunto para conquistar seus objetivos, mesmo que sejam impossíveis de serem realizados.

Autonomia é a condição básica para conviver com os riscos, as incertezas e os conflitos da sociedade. Um gestor que possui autonomia consegue realizar seus objetivos e conseguem permanecer no mercado de trabalho, destacando-se dos demais profissionais que não possuem essa capacidade.

O homem da modernidade

De acordo com ALVARO PINTO:
  • O homem acha que sabe tudo;
  • O artificial tornou-se o natural;
  • A ideologia do permanente tornou-se descartável.
O projeto é a forma de ser indistintamente humana.
Este autor apresenta o caráter de intencionalidade e consciência que o homem possui em suas ações, demarcadas pela capacidade de abstração.

Lançar um produto

  • Para inovar é necessário ter uma ideia estruturada;
  • Inovar consiste na implementação de um produto novo ou significativo;
  • É necessário criatividade, para isso é preciso de ideias;
  • É necessário pesquisa, para ver se o produto é bem aceito;
  • Planejamento;
  • Algo diferente;
  • Baixo custo para entrar no mercado.

O complexo

Quanto mais complexo o ambiente, mais complexas as ações;
A gestão de pessoas torna-se essencial e extremamente complexa no cenário atual.


ADMINISTRAÇÃO COMPLEXA


Homem complexo= Homem Funcional + Homem Econômico.

Administração Sistêmica

  • A organização é um sistema;
Entrada - Processo - Saída - Retroalimentação - Ambiente
  • Inclui todos os tipos de sistemas;
  • Enfatiza um processo dinâmico;
  • Multidimensional;
  • Multinivelada;
  • Multimotivacional;
  • Probabilística;
  • Multidisciplinar;
  • Descritiva;
  • Multivariável;
  • Adaptativa.

Organização e sistema

A organização como sistema aberto precisa oferecer ao ambiente os produtores que ele necessita e, se for o caso, cria nele a necessidade de tais produtos, pois somente assim garante a absorção dos produtores a provisão de insumos.
O sistema requer constante, apurada e rápida retroação.

AMBIENTE X ORGANIZAÇÃO

Ambiente: natureza essencialmente dinâmica.
Organização: tendência essencialmente estática.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Análise SWOT

A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

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O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónico de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

O principal objetivo da matriz SWOT é permitir um olhar objetivo das forças que compõem o seu negócio, isto possibilita que você possa desenvolver e firmar bem sua estratégia empresarial.




Crescimento e Desenvolvimento


Diferença entre crescimento (entendido apenas do aspecto econômico) e Desenvolvimento (implicando o desenvolvimento humano, social e ambiental)
Crescimento é quando a economia do país cresce, ou seja, seu PIB em relação ao ano anterior cresce em percentual. Desenvolvimento é quando o país passa a dominar tecnologias, atualizar suas indústrias, seu povo e tudo o que melhor estrutura nosso país.
O crescimento econômico, quando medido apenas pelo PIB, pode ser muito desigual, pois não significa necessariamente que o crescimento traz desenvolvimento ao país.
"'É preciso sempre mudar as coisas para que elas permaneçam como estão." Giuseppe Lampeduza.
Esta frase mostra que se quero que tudo continue como está porque vou mudar? Existem vários fatores que estão intercambiando esta relação. A pessoa é obrigada a mudar, ela precisa se adpatar as mudanças e a vida.

ADMINISTRAÇÃO COMPLEXA

O pensar complexo vem para trabalhar os pensamentos linenar e o sistêmico em conjunto.
O linear condiz em atitudes lineares, ou seja, seguir regras, causa e efeito, métodos, tem-se uma etapa depois da outra. Já o sistêmico consiste no conjunto de parte integradas que vão trabalhar para obter um objetivo comum. Pensar no geral, na organização.
Enfim, o pensamento complexo consiste em dominar as estruturas lineares e sistêmicas, afim de proporcionar o sucesso da organização.

domingo, 21 de novembro de 2010

Liderança


O tema liderança já é quase um chavão no mundo de Recursos Humanos. Há programas de desenvolvimento das lideranças, formação dos futuros líderes, discussões sobre lideranças inatas, etc.

Mas em um mundo globalizado e estruturas matriciais cada vez mais frequentes, os conceitos de liderança ensinados na academia nem sempre são de fácil visualização na prática. Quanto mais seniores são as posições nas empresas, mais reportes diretos e indiretos os profissionais têm. No português claro: quanto mais “chefe” você se torna, mais “chefes” você tem.

São reportes regionais, reportes por práticas, reportes por unidades de negócio, reportes por produtos e tantos outros mais.

E neste contexto somos líderes em alguns momentos e liderados em outros. Mas não somos só liderados por um chefe, mas sim por vários simultaneamente. E para transitar neste novo contexto profissional, é preciso saber ser liderado.

Saber ser liderado não tem nada a ver com ser submisso ou obedecer a ordens de cabeça baixa. Saber ser liderado é saber cumprir orientações performando como um elo importante da cadeia que não se deixa romper porque acredita no ideal desenhado pela liderança.

E isto não é submissão, é lealdade. Saber ser liderado é aprender com os acertos da liderança. Mas o mais importante é ao vivenciar um erro do líder (e isto sempre vai ocorrer porque líderes também são humanos) é ser solidário e apoiá-lo. Isto também é aprendizado para o liderado.

Uma forte liderança é sim um fator essencial para a construção de times de alta performance. Porém é importante também ressaltar que bons líderes preferem trabalhar com profissionais que possam ser seus “braços direitos”, como pilares sólidos para sustentar a visão da liderança.

Na nova economia e no cenário de negócios que vivenciamos, é fundamental para um profissional saber ser um dos pilares de sustentação destas diversas visões que nada mais são do que a divisão de um plano de negócios de grande amplitude.

Fonte: Você/S.A.

Economia Informal Urbana


Nota-se que no Brasil, há diversas empresas de pequeno porte, que não possuem registro, não emitem notas fiscais, seus empregados não são registrado e não contribuem com impostos ao governo. Esse tipo de economia, segundo pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, mostra que 18,3 do PIB (Produto Interno Bruto) do país, o que equivale a 578,4 bilhões ou uma Argentina.
Segundo vários especialistas, esse número tende a aumentar, devido ao aumento do PIB e do apoio do governo, que reduziu o valor de registro das empresas.
Dentre a economia informal, podemos destacar algumas de grande importância:
  • Camelôs;
  • Biscoiteiras;
  • Lavadeira;
  • Manicure e Pedicure;
  • Diarista;
  • Costureira, dentre outras.

sábado, 20 de novembro de 2010

Falta de Motivação

10 Princípios da Invação


Os dez princípios de Inovação, de acordo com a 3M:
  • Delegue responsabilidades e prepare as lideranças;
  • Estimule o empreendedorismo e reconheça os melhores;
  • Assuma riscos e tolere erros;
  • Vença os obstáculos: eles certamente virão;
  • Continue crescendo, com foco no futuro;
  • Trabalhe pensando a curto e longo prazo;
  • Desenvolva ao máximo, suas competências centrais;
  • Proximidade com o cliente;
  • Faça o que você mais gosta de fazer.
Hoje, notamos, para que as empresas continue sendo um diferencial dentre as concorrentes, elas devem inovar. Por isso, a empresa 3M e diversas outras empresas que se detacam em seu setor, buscam através da inovação meios alternativos de fazerem sucesso.

Empreendimento e Plano de Negócio

Educação à Distância (EAD)


Na educação tradicional, professor e alunos encontram-se na sala de aula numa mesma hora e lugar. Na Educação a Distância, professores e alunos estão separados geograficamente e, algumas vezes, também temporariamente, pois são introduzidos no processo, meios de comunicação artificiais. A utilização da Educação a Distância , é por sinal, bastante antiga: muitos autores comentam que teve início em 1881, na Universidade de Chicago, a qual oferecia um curso de hebraico por correspondência.
Dessa época em diante, tal método de ensino foi se aprimorando por meio do emprego de diversas ferramentas pedagógicas, que dependiam de alguns fatores como, por exemplo: as características dos alunos e dos professores, do tipo de curso ministrado, da distribuição geográfica entre escola e alunos, da tecnologia disponível e da relação custo-benefício.
No Brasil, há diversas organizações que oferecem diversos cursos na área de gestão para o desenvolvimento da sociedade, são cursos de curta duração até os de pós-graduação, uma boa oportunidade para quem não possuem tempo disponível para estudar. Muitas empresas estão a cada momento, capacitando seus profissionais para que sejam mais eficazes em seus trabalhos, sendo estes, mais participativos nas decisões das empresas.
Dentre as organizações que oferecem cursos online, pode-se citar algumas:
  • Universidades Federais de Viçosa, Juiz de Fora, Minas Gerais, São Paulo, São João del Rei, Lavras, dentre outras;
  • Sectes-MG (Secretaria de Estado de Ciência e Ensino Superior do estado de Minas Gerais);
  • FGV (Fundação Getúlio Vargas);
  • Bradesco S.A.;
  • IPED.
  • Sebrae

Questões sociais, éticas e humanas:

É extremamente importante que os alunos aprendam a usar a tecnologia com responsabilidade, demonstrem respeito pela privacidade dos dados e do ambiente de trabalho dos colegas. Que desenvolvam sua criatividade, compreendam leis de direitos autorais, tratem ohardware e o software com o devido cuidado e respeito, usem conteúdo e linguagem apropriados quando se comunicam, sabendo distinguir a informação ética da anti-ética e lembrem-se sempre de empregar antivírus (MORGAN, 2008).


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Como enfrentar seu medo de se expor em público?


Muitos profissionais se defrontam com o medo de se expressar em público, tanto por receio de expor suas opiniões diante de outras pessoas, quanto por um processo de autocrítica. Este dilema traz sérios prejuízos para o profissional que pretende alcançar a ascensão profissional, visto que esta barreira gera certa falta de credibilidade quando se trata de vendas, apresentação de trabalho e das ideias que o norteiam, aumentar redes de contato, dentre outras situações.

Este processo de se expor em público pode causar extrema angústia ao profissional, por se tratar de questões subjetivas e complexas, como revelar o que pensamos e porque agimos de determinada maneira. Além disso, é necessário trabalhar sempre a autoconfiança, pois diante de chefes, colegas e clientes, estará uma pessoa única, com valores que a diferencia das demais e por isso merece respeito.

Mas se ainda assim você continua com receio de falar em público ai vão algumas dicas importantes:
· Consolidar uma postura altamente profissional requer que o discurso seja embasado em opiniões coerentes com os fatos e valores defendidos pela organização da qual faz parte;
· É muito importante que o profissional se informe sobre o perfil do público-alvo antes da apresentação, para que assim possa planejar seu discurso de uma forma a prender a atenção de todos os participantes e agregar valor aos mesmos;
· Busque maximizar seu conhecimento sobre o assunto que será abordado. Estude, capacite-se;
· Não seja crítico ao extremo, reconheça-se como um ser humano passível de erros, mas busque sempre trabalhar seus pontos fracos, capacitando-se sempre.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010


" Medir é entender, entender é ganhar conhecimento, ter conhecimento é ter força, desde o começo dos tempos. O que torna o homem diferente dos outros animais é nossa habilidade de observar, medir, analisar e usar essa informação para causar mudanças".
James Harrigton

domingo, 14 de novembro de 2010

Grandes ideias, projetos inacabados

Vida de Inseto e Organizações Mecânicas e Orgânicas


O filme mostra Flic, uma formiga que buscava inovar viviendo num, formigueiro burocrático, rígido, onde o poder centralizado está nas mãos da Rainha que establecia tarefas específicas para cada formiga, de acordo com o setor do qual lhe fora designado (funcionário padrão).

Por esta ser uma organização mecânica que não pemitia idealização, inovação para o processo operacional, Flic não encontrava oportunidade para mostrar e aplicar suas ideias que visam o aperfeiçoamento dos processos executados nas atividades da colônia. Esta tentativa de Flic se enquadra nas ideias das organizações orgânicas.

A partir do sucesso na operação de resgate da filha da rainha pelos artistas do circo, o formigueiro passou a aceitar a "multifuncionalidade" dos envolvidos no salvamento e, passou-se a respeitar as ideias de Flic, alguém que valorizava a descentralização dos poderes, uma vez que durante a execução de seus planos ele era um agente ativo no processo operacional, retirando de si o "destaque" de idealizador.

Nota-se que a utilização do modelo orgânico torna-se ineficaz quando se percebe que o funcionário (operário) não tem liberdade para se expressar - vivem restritos ao modelo clássico da Administração ( o operário trabalha; o supervisor pensa). Quando o modelo orgânico é instaurado, os problemas começam a ser solucionados e a produção torna-se fluídica; ressalta-se também a influência da escola das relações humanas.

Responsabilidade Social Empresarial


Evolução e Desenvolvimento do Meio Ambiente
Em busca do seu desenvolvimento, o homem tem construido, cada vez mais, novos ambientes, similares ao meio ambiente natural.
Desde os tempos pré-históricos, na caminhada em busca do su desenvolvimento, o homem vem criando alternativas para melhorar sua qualidade de vida no planeta. A natureza vem sendo utilizada para criar novos materiais. A industrialização trouxe novos produtos. A ciência e a tecnologia estão modificando a nossa vida. Nãio restam dúvidas, o desenvolvimento traz ao homem muitas vantagens. Más será que o desenvolvimento só nos traz vantagens?

Consequências do desenvolvimento:

  • Todos os dias os carros, caminhões e indústrias lançam seus gazes tóxicos para a atmosfera;
  • O aumento da população e da produção causa uma necessidade maior de recursos naturais;
  • Todos os dias, os desertos do mundo aumentam alguns quilômetros em área;

Nas últimas décadas, surgiram no mundo problemas ambientais que põem em risco a vida de todos os seres.


Com a exploração, principalmente dos recursos não renováveis como fonte de energia, o meio ambiente urbano e o meio ambiente natural estão em perigo. Diante desta situação precisamos dar mais atenção a nossa relação com o meio ambiente antes que seja tarde demais.

Cuidar do meio em que vivemos é uma das alternativas que está ao alcance de todos!

Por isso, as empresas devem buscar meios alternativos de desenvolvimento sustentável, garantindo o seu crescimento e com isso gerar inovações através de recursos que antes eram desnecessários e não geravam renda para elas e para o meio social.





domingo, 7 de novembro de 2010

Consulta sobre a realização da II Conferência Nacional de Economia Solidária em junho de 2010.


Presidente Lula na abertura da 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária. De 2003 a 2005, a carteira de microcrédito realizou 2,04 milhões de operações, incentivando a geração de trabalho e renda para microempreendedores populares _(Brasília, DF, 27/06/2006) _Foto: Ricardo Stuckert/PR

Imagem: Presidente Lula na I Conferência Nacional de Economia Solidária (2006)

A I Conferência Nacional de Economia Solidária foi realizada em 2006, e foi um marco importante para o movimento de Economia Solidária: nela foram apontadas as principais diretrizes que orientaram a ação do Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES) até hoje.

Uma das deliberações da I Conferência de ES é a de que as conferências ocorram a cada 3 anos, o que significaria que a segunda conferência deveria ocorrer ainda este ano, em 2009. Infelizmente, por uma série de fatores, como a crise e os problemas do governo federal em repassar recursos para a sociedade civil, o CNES passou um ano sem se reunir. A sua reanimação, neste ano, que culminou na realização da VI Reunião do CNES nos dias 3 e 4 de junho, trouxe à tona o debate sobre a II Conferência Nacional de Economia Solidária: a questão que se levantou foi se esta II Conferência deveria ocorrer ainda neste governo, o que pelas leis eleitorais implicaria na sua realização até junho de 2010.

O CNES, em sua VI Reunião, deliberou favoravelmente à realização da Conferência até junho de 2010, dando um prazo até o final de julho para que as organizações da sociedade civil e do governo representadas no Conselho façam consultas às suas bases para que o Comitê Permanente do CNES avalie este retorno e tome a decisão final na primeira semana de agosto.No caso específico da Economia Solidária, a realização da II Conferência em 2010 pode servir como oportunidade importante de mobilização dos Fóruns Estaduais de Economia Solidária e afirmação política da pauta e do movimento da Economia Solidária nos seus municípios e estados.

Extraído da Carta aos Fóruns Estaduais e Entidades Nacionais

O que é Sustentabilidade!

Sustentabilidade é o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas".



Aqui vão algumas charges para nos fazer pensar!

Charges do Um Sábado Qualquer…, agora com temas ambientais, muito bom!
charge_lixo2

Charge "Autonomia já".


GREATS

Grupo de energia alternativa e tecnologia social (GREATS)

Educar e fomentar tecnologicamente a sociedade para a redução do desperdício e conservação da energia é uma das tarefas do GREATS.

sábado, 6 de novembro de 2010

Autogestão

Autogestão é quando um organismo é administrado pelos seus participantes em regime de democracia direta. Em autogestão, não há a figura do patrão, mas todos os empregados participam das decisões administrativas em igualdade de condições. Em geral, os trabalhadores são os proprietários da empresa autogestionada. A autogestão não pode ser confundida com controle operário, que mantém a hierarquia e o controle externo do organismo (ou da fábrica) a algum organismo ou instânciasuperior (como um partido político por exemplo).

Obs: Os conceitos de autogestão costumam variar de acordo com a posição política ou social de determinado grupo.

Ética e Moral

Ética é o ramo da filosofia que busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade. Diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano.

Na filosofia clássica, a ética não se resume ao estudo da moral mas a todo o campo do conhecimento que não é abrangido na física, metafísica, estética, na lógica e nem naretórica. Assim, a ética abrangia os campos que atualmente são denominadosantropologia,psicologia, sociologia, economia, pedagogia, educação física, dietética e até mesmo política, em suma, campos direta ou indiretamente ligados a maneiras de viver.

Porém, com a crescente profissionalização e especialização do conhecimento que se seguiu à revolução industrial, a maioria dos campos que eram objeto de estudo da filosofia, particularmente da ética, foram estabelecidos como disciplinas científicas independentes. Assim, é comum que atualmente a ética seja definida como "a área da filosofia que se ocupa do estudo das normas morais nas sociedades humanas" e busca explicar e justificar os costumes de um determinado agrupamento humano, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Neste sentido, ética pode ser definida como a ciência que estuda a conduta humana e a moral é a qualidade desta conduta, quando julga-se do ponto de vista do Bem e do Mal.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Falta de autonomia!


Muitos são os aspectos que contribuem para o estabelecimento de um ambiente educacional que promove a criatividade. Tanto elementos relacionados ao currículo, ao aluno, ao professor, à escola quanto à sociedade, incluindo valores sócio-culturais, afetam a dinâmica em sala de aula, contribuindo em maior ou menor extensão para o florescimento de novas ideias e fortalecimento de atributos personológicos que se associam à criatividade.

Professores apontam barreiras, que constituem em empecilhos, não apenas à promoção da criatividade mas também a uma aprendizagem efetiva. Elas merecem atenção dos gestores educacionais, dadas a importância e a necessidade de se garantir uma educação de boa qualidade, que leve em conta tanto a dimensão cognitiva quanto afetiva do aluno.

Entre no site: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-37722008000100007&script=sci_arttext

e veja quais são as Barreiras à promoção da criatividade no ensino fundamental!

A IMPORTÂNCIA DA AUTONOMIA


"Se quisermos ser livres, ninguém deve poder dizer-nos o que devemos pensar" (Castoriadis).

Como é da natureza da História, cada contexto histórico concreto coloca suas condições de sobrevivência. A vinte anos atrás, quando a hierarquia estava em alta exigia-se obediência cega, humildade e concordância. Hoje porém, na sociedade pós-tradicional, exige-se o oposto, e a autonomia é condição básica para conviver com os riscos,as incertezas e os conflitos dessa sociedade.

A autonomia tornou-se condição de sobrevivência para os indivíduos na sociedade pós-tradicional. Somente um indivíduo autônomo terá sucesso nas esferas econômica, psicológica, sócio-cultural e/ou política, pois é um indivíduo que interroga, reflete e delibera com liberdade e responsabilidade, ou como diz Castoriadis, "é capaz de uma atividade refletida própria",e não de uma atividade que foi pensada por outro sem a sua participação. É assim que nos tornaremos "conscientes e autores de nosso próprio evolver histórico" (Castoriadis).

Publicado no jornal "A Razão" em 25.06.98

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Sindicalismo


O sindicalismo tem origem paralela ao surgimento do capitalismo, espalhando-se por todo o mundo a partir de então. O sindicalismo é um movimento que tem como objetivo principal melhorar as condições de vida e trabalho da classe operária, defendendo os interesses dos trabalhadores.

No Brasil, o movimento teve início no final do século XIX, época na qual os operários imigrantes encontravam-se insatisfeitos com as condições de trabalho vigentes dentro das fábricas. Dessa forma, eles começaram a se unir a fim de lutar por seus direitos, instituindo assim, os primeiros sindicatos brasileiros.

Já no final da década de 70 e início da década de 80, o movimento sindicalista viveu seu auge, visto que o Brasil deixava o regime militar para adentrar ao regime democrático. Esse novo sindicalismo apresentou-se com uma postura inovadora, reivindicando melhorias para a classe operária ao invés de apenas prestar serviços de assistência.

Porém, com as diversas mudanças ocorridas no cenário nacional referentes a questões políticas, econômicas, sociais e tecnológicas na década de 90, o sindicalismo se viu de frente com uma crise, por não conseguir lidar com todas as inovações que estavam surgindo, tornando-se obsoleto. Por isso, houve uma diminuição do seu poder, contudo até os dias atuais o sindicalismo continua lutando por melhores condições de vida e trabalho para a classe dos trabalhadores, mesmo que seja em proporções menores devida às diversas mudanças ocorridas no Brasil e no mundo como um todo, representadas principalmente pelo processo de globalização.

Cooperativismo

É a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, visando alcançar os objetivos propostos na sua constituição estatutária.

Seus valores:

  • Ajuda mútua: é o acionar de um grupo para a solução de problemas comuns.
  • Esforço próprio: é a motivação, a força de vontade dos membros com o fim de alcançar as metas previstas.
  • Responsabilidade: Nível de desempenho no cumprimento das atividades para alcançar as metas, com um compromisso moral com os associados.
  • Democracia: Tomada de decisões coletivas pelos associados no que se refere à gestão da cooperativa.
  • Igualdade: Todos os associados têm iguais direitos e deveres.
  • Equidade: Distribuição justa dos excedentes produzidos entre os membros da cooperativa.
  • Solidariedade: Apoiar, cooperar na solução de problemas dos associados, da família e da comunidade.